segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Perguntas rápidas para ateus e secularistas sensatos

Perguntas rápidas para ateus e secularistas sensatos:


Perguntas
rápidas para ateus e secularistas sensatos

Edson Camargo
Buscar-me-eis
e achareis quando me buscarem de todo o coração.

Jr. 29:13
Nada nas ciências prova a
impossibilidade da ocorrência de milagres. Muito bem. Então por que o ceticismo
diante dos inúmeros relatos de milagres? Não passam de relatos? Ok. E as
conclusões da ciência, não são baseadas nos relatos das experiências? Por que
crer nos relatos inusitados de uns poucos cientistas e não crer em milhares de
depoimentos que fortalecem-se uns aos outros ao longo de séculos?
Muitos secularistas atribuem as mais
diversas motivações psicológicas para a crença em Deus. Principalmente para a
crença no Deus dos cristãos, que, segundo estes, é bom, justo, e ao fim da
história humana, eliminará o mal para sempre. Você tem certeza que para o
ateísmo não há nenhuma motivação psicológica reconfortante, como por exemplo, a
crença de que ao fim de sua vida terrena você simplesmente deixará de existir e
não terá que prestar contas a nenhum Ser Superior que tudo sabe sobre você é
que é perfeitamente justo e santo?
Por que afirmar a causalidade como uma
lei da ciência e da investigação científica, e negá-la justamente quando busca
explicar a origem do universo, apelando para o acaso? Não seria esse “acaso
causador” uma enorme confluência de causas, que, necessariamente, evocam uma
ordem transcendente e imaterial anterior à existência do universo?
Por que negar a existência da verdade
absoluta e não parar de vociferar contra a mentira imperante? Qual seria a lei
científica que explicaria, dentro da sua alma e da sua mente, essa sede de
justiça?
A lei da verificabilidade empírica não é
empiricamente verificável, e nem o princípio da falseabilidade de Popper é
falseável. Ainda assim, são defendidos pelos secularistas e anti-religiosos
como preciosos alicerces da plena manifestação da racionalidade humana, a
ciência moderna. Você tem certeza de que sua casa não está construída sobre
areia movediça?
Por que afirmar o primado da ciência
sobre a religião e a filosofia, se até para se definir o que é ciência, os
métodos cientificamente válidos (para não falar no próprio conceito de valor e
validade) é preciso recorrer à filosofia, e para se fazer ciência com
honestidade precisa-se evocar, inescapavelmente, questões sobre moralidade
encontradas sobretudo na tradição religiosa?
As ciências, apesar da dimensão forense
de algumas áreas, lidam simplesmente com fatos mensuráveis, repetíveis e
quantificáveis. Como propor um fundamento adequado para a sociedade moderna
baseando-se apenas na ciência, uma vez que a ética, o direito, a arte, as
relações humanas, além de todo um vasto campo de conhecimento e de questões
decisivas para a saúde existencial de cada ser humano só podem ser analisados à
luz de áreas de investigação que lidem com aspectos qualitativos? Se o que é
bom, o que é belo, o que é verdadeiro, ou mesmo o que é útil, não é assunto das
“ciências duras”, por que considerá-las superiores às ciências que podem
responder a questões de relevância muito maior para indivíduos e sociedades?
Por que não enfatizar os questionamentos
sobre a “solução do bem”, um bem tão presente e imperante na ordem da realidade
e mesmo dentro da sua alma a ponto de te incomodar com o “problema do mal”?
Por que não aceitar a explicação cristã
de que o mal “ainda será plenamente destruído” mas aceitar a desculpa
cientificista de que “a ciência não explica, mas ainda explicará” alguns
fenômenos?
Por que evocar o método indutivo –
partir dos efeitos para conhecer as causas – na ciência, e desprezá-lo numa
reflexão mais profunda sobre a presença humana no universo, especialmente pelo
fato de que se no mundo existem pessoas, a pessoalidade,  como não poderia
existir uma Pessoa, um Deus pessoal que é a Causa primeira de toda a pessoalidade
existente e evidente?
A proposta de Pascal é simples e
contundente: se a fé cristã é verdadeira, vale a pena ser cristão nesta vida e
conquistar a eternidade com Deus; se a fé cristã for falsa, apenas perdeu-se
algo (o que é discutível) nesta vida finita. Se a cosmovisão materialista
realmente tem algo de racional, deve reconhecer que há mais há ganhar do que há
perder tornando-se cristão. Você não acha que a proposta de Pascal torna-se
ainda mais forte se levarmos em conta a debilidade e falta de abrangência dos
postulados cientificistas e materialistas aqui discutidos?
Filósofos cristãos apresentaram ao longo
da histórias diversas formas de argumentos que provam (ou ao menos inferem e
dão plausibilidade intelectual) pela via racional a existência de Deus. Se a
mentalidade secularista, atéia e que se diz apegada à razão e à ciência é tão
superior intelectualmente, por que até hoje nenhum destes argumentos – enumero
uns aqui: o cosmológico, o ontológico, o teleológico e o moral – não foram
refutados de forma decisiva pelos filósofos ateus?
Um mundo no qual se percebe ordem e a
existência da pessoalidade só pode ter como Causa Primeira um Ordenador que
deve necessariamente ser pessoal. Por que não crer que essa Pessoa Onipotente pôde
não só criar o mundo, mas também se revelar ao homem e manter sua revelação
especial – as Sagradas Escrituras – intacta e acessível aos homens até hoje?
Por que Ele não poderia fazer isso?
Você tem certeza de que está mais
interessado em descobrir a verdade sobre estas questões fundamentais e
decisivas do que este Deus Onipotente e sabidamente amoroso (é o que afirmam
milhões de cristãos) em transformar sua vida se você O procurar com
determinação e honestidade?
Sinceramente? Eu duvido.
Fonte: Gospel+
Divulgação: www.juliosevero.com
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